Quando as luzes do Estádio Montevidéu se acendem, o movimento não começa nem termina nas quatro linhas. A torcida chega, os vendedores organizam suas barracas, o cheiro da pipoca se espalha pelo entorno e, entre um lance e outro, o futebol também abre espaço para quem trabalha.No domingo (16/08), mais uma rodada do Campeonato Cedrense 2026 mostrou esse outro lado da competição: o esporte como ponto de encontro e também como oportunidade para pequenos empreendedores.A rodada reuniu comerciantes, trabalhadores, atletas, famílias e torcedores. Para quem vende alimentos e outros produtos durante os jogos, o movimento representa uma oportunidade concreta de aumentar as vendas e, ao mesmo tempo, participar da vida esportiva da cidade.O estádio virou ponto de encontroFrancisca, conhecida como Mastitinha, trabalha com alimentação e conta que participa dos eventos realizados no município há cerca de 15 anos. "A gente já trabalha há 15 anos com comida e está em todos os eventos que Cedro e a Prefeitura proporcionam. Está dando tudo certo. O movimento aqui é maravilhoso."Ela também descreveu a experiência de trabalhar no estádio como uma oportunidade de convivência. "Isso aqui não é só um campo de futebol. O Estádio Montevidéu se transformou numa praça, até numa praça de alimentação, com muita diversão."Trabalho que atravessa geraçõesA movimentação também chamou a atenção de quem acompanha o comércio cedrense há décadas. Aurélia, empreendedora que atua no comércio há quase 50 anos, observou como a realização dos jogos tem reunido diferentes trabalhadores em torno do estádio. "A gente vê o tanto de pessoas que estão ali empreendendo, a turma feliz trabalhando. Isso é um movimento da economia da cidade."Para ela, o esporte também tem um papel importante na formação dos jovens e na criação de espaços de convivência. "O esporte é um investimento necessário para o município. É uma forma de valorizar a juventude, trazer saúde, alegria e tudo aquilo que o esporte proporciona."Futebol que movimenta a cidadeDentro de campo, um domingo, dois confrontos. O Baixio do Gabriel venceu o Boa Vista por 2 a 1, enquanto o Vila Nova derrotou o União São João por 1 a 0.Fora dele, os jogos produziram outro resultado: ruas movimentadas, arquibancadas ocupadas e trabalhadores encontrando no campeonato uma oportunidade para gerar renda.O Campeonato Cedrense 2026, assim, vai construindo sua trajetória também do lado de fora do gramado. Cada rodada reúne histórias diferentes de quem joga, de quem torce e de quem encontra no movimento do esporte uma maneira de trabalhar e participar da vida da cidade.No Montevidéu, a bola continua rolando. E, junto com ela, Cedro também se movimenta.
Quando as luzes do Estádio Montevidéu se acendem, o movimento não começa nem termina nas quatro linhas. A torcida chega, os vendedores organizam suas barracas, o cheiro da pipoca se espalha pelo entorno e, entre um lance e outro, o futebol também abre espaço para quem trabalha.
No domingo (16/08), mais uma rodada do Campeonato Cedrense 2026 mostrou esse outro lado da competição: o esporte como ponto de encontro e também como oportunidade para pequenos empreendedores.
A rodada reuniu comerciantes, trabalhadores, atletas, famílias e torcedores. Para quem vende alimentos e outros produtos durante os jogos, o movimento representa uma oportunidade concreta de aumentar as vendas e, ao mesmo tempo, participar da vida esportiva da cidade.
O estádio virou ponto de encontro
Francisca, conhecida como Mastitinha, trabalha com alimentação e conta que participa dos eventos realizados no município há cerca de 15 anos. "A gente já trabalha há 15 anos com comida e está em todos os eventos que Cedro e a Prefeitura proporcionam. Está dando tudo certo. O movimento aqui é maravilhoso."
Ela também descreveu a experiência de trabalhar no estádio como uma oportunidade de convivência. "Isso aqui não é só um campo de futebol. O Estádio Montevidéu se transformou numa praça, até numa praça de alimentação, com muita diversão."
Trabalho que atravessa gerações
A movimentação também chamou a atenção de quem acompanha o comércio cedrense há décadas. Aurélia, empreendedora que atua no comércio há quase 50 anos, observou como a realização dos jogos tem reunido diferentes trabalhadores em torno do estádio. "A gente vê o tanto de pessoas que estão ali empreendendo, a turma feliz trabalhando. Isso é um movimento da economia da cidade."
Para ela, o esporte também tem um papel importante na formação dos jovens e na criação de espaços de convivência. "O esporte é um investimento necessário para o município. É uma forma de valorizar a juventude, trazer saúde, alegria e tudo aquilo que o esporte proporciona."
Futebol que movimenta a cidade
Dentro de campo, um domingo, dois confrontos. O Baixio do Gabriel venceu o Boa Vista por 2 a 1, enquanto o Vila Nova derrotou o União São João por 1 a 0.
Fora dele, os jogos produziram outro resultado: ruas movimentadas, arquibancadas ocupadas e trabalhadores encontrando no campeonato uma oportunidade para gerar renda.
O Campeonato Cedrense 2026, assim, vai construindo sua trajetória também do lado de fora do gramado. Cada rodada reúne histórias diferentes de quem joga, de quem torce e de quem encontra no movimento do esporte uma maneira de trabalhar e participar da vida da cidade.
No Montevidéu, a bola continua rolando. E, junto com ela, Cedro também se movimenta.