Há momentos em que a educação ultrapassa os limites da sala de aula e se torna uma ponte entre o conhecimento e o sentimento. Essa travessia ganhou forma nas mãos de crianças que, com lápis de cor e palavras simples, traduziram um tema complexo em gestos de empatia. O resultado foi mais do que um concurso de Frases e Desenhos da Campanha do Autismo 2026: foi um exercício coletivo de escuta, respeito e construção de um olhar mais humano sobre a inclusão realizado pela Escola Municipal de Ensino Fundamental Escola Francisca de Jesus Cavalcanti na terça-feira (15/04).Com o tema "Autonomia se constrói com apoio", a atividade mobilizou alunos do 2º ao 5º ano, incentivando-os a expressar, por meio da arte e da escrita, suas percepções sobre o Transtorno do Espectro Autista. A proposta transformou o ambiente escolar em um espaço de diálogo aberto, onde a criatividade serviu como ferramenta para compreender e valorizar as diferenças.A iniciativa foi idealizada pelas professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Cilene Nogueira, Elisvânia Pinheiro e Silvandra Bezerra - e contou com o apoio da direção e da coordenação pedagógica da unidade. A diretora Kátia Herculano, juntamente com os coordenadores Alysson e Simone, garantiu o suporte necessário para que a ação acontecesse de forma integrada, reforçando a importância do trabalho em equipe na construção de uma educação inclusiva.O prefeito Nilson Diniz destacou que ações como essa refletem a essência da política educacional do município. "A educação de Cedro é feita com olhar humano. Eventos como este mostram que estamos no caminho certo ao envolver nossos pequenos em causas tão nobres. Queremos uma cidade onde a autonomia das pessoas com TEA seja uma realidade, e isso só se constrói com a união entre escola, família e poder público."A fala salienta o compromisso da gestão municipal em investir não apenas em infraestrutura, mas também em iniciativas que promovam valores como respeito, empatia e cidadania desde a infância.A força da empatia no processo de aprendizagemPara a professora Cilene Nogueira, o impacto do projeto vai além da atividade pedagógica. "Nossa missão é plantar a semente da empatia desde cedo. Ao desenhar e escrever sobre a autonomia, o aluno passa a compreender que o apoio da sociedade é o que permite ao autista voar mais alto. Ver o envolvimento das crianças e o entendimento delas sobre a inclusão é o que nos move."A declaração evidencia o papel do educador como mediador de valores, capaz de transformar experiências simples em aprendizados duradouros.O encerramento do concurso foi marcado pela exposição dos trabalhos, reunindo desenhos e frases que revelam a sensibilidade dos alunos diante do tema. Mais do que produções escolares, as obras representam a construção de uma consciência coletiva voltada para o respeito às diferenças. Ao estimular o protagonismo infantil em debates sociais, Cedro reafirma que a educação inclusiva começa com pequenas atitudes - e que são justamente elas que, ao longo do tempo, constroem uma sociedade mais justa, acolhedora e preparada para conviver com a diversidade.
Há momentos em que a educação ultrapassa os limites da sala de aula e se torna uma ponte entre o conhecimento e o sentimento. Essa travessia ganhou forma nas mãos de crianças que, com lápis de cor e palavras simples, traduziram um tema complexo em gestos de empatia. O resultado foi mais do que um concurso de Frases e Desenhos da Campanha do Autismo 2026: foi um exercício coletivo de escuta, respeito e construção de um olhar mais humano sobre a inclusão realizado pela Escola Municipal de Ensino Fundamental Escola Francisca de Jesus Cavalcanti na terça-feira (15/04).
Com o tema "Autonomia se constrói com apoio", a atividade mobilizou alunos do 2º ao 5º ano, incentivando-os a expressar, por meio da arte e da escrita, suas percepções sobre o Transtorno do Espectro Autista. A proposta transformou o ambiente escolar em um espaço de diálogo aberto, onde a criatividade serviu como ferramenta para compreender e valorizar as diferenças.
A iniciativa foi idealizada pelas professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Cilene Nogueira, Elisvânia Pinheiro e Silvandra Bezerra - e contou com o apoio da direção e da coordenação pedagógica da unidade. A diretora Kátia Herculano, juntamente com os coordenadores Alysson e Simone, garantiu o suporte necessário para que a ação acontecesse de forma integrada, reforçando a importância do trabalho em equipe na construção de uma educação inclusiva.
O prefeito Nilson Diniz destacou que ações como essa refletem a essência da política educacional do município. "A educação de Cedro é feita com olhar humano. Eventos como este mostram que estamos no caminho certo ao envolver nossos pequenos em causas tão nobres. Queremos uma cidade onde a autonomia das pessoas com TEA seja uma realidade, e isso só se constrói com a união entre escola, família e poder público."
A fala salienta o compromisso da gestão municipal em investir não apenas em infraestrutura, mas também em iniciativas que promovam valores como respeito, empatia e cidadania desde a infância.
A força da empatia no processo de aprendizagem
Para a professora Cilene Nogueira, o impacto do projeto vai além da atividade pedagógica. "Nossa missão é plantar a semente da empatia desde cedo. Ao desenhar e escrever sobre a autonomia, o aluno passa a compreender que o apoio da sociedade é o que permite ao autista voar mais alto. Ver o envolvimento das crianças e o entendimento delas sobre a inclusão é o que nos move."
A declaração evidencia o papel do educador como mediador de valores, capaz de transformar experiências simples em aprendizados duradouros.
O encerramento do concurso foi marcado pela exposição dos trabalhos, reunindo desenhos e frases que revelam a sensibilidade dos alunos diante do tema. Mais do que produções escolares, as obras representam a construção de uma consciência coletiva voltada para o respeito às diferenças. Ao estimular o protagonismo infantil em debates sociais, Cedro reafirma que a educação inclusiva começa com pequenas atitudes - e que são justamente elas que, ao longo do tempo, constroem uma sociedade mais justa, acolhedora e preparada para conviver com a diversidade.